Da prática de alfabetização para uma escrita de si: expondo palavras e afetos no mundo

Autores

Palavras-chave:

Cartas. Alfabetização. Afeto. Formação.

Resumo

A relevância do estudo sobre a escrita da carta como recurso pedagógico para a alfabetização parte da possibilidade dos sujeitos aprendentes vivenciarem o caminho da construção da sua própria escrita diante de um meio de comunicação milenar, colocando a sua palavra no mundo. É compreendendo a complexidade do registro estrutural de um gênero textual, a epístola, que proporemos a experiência com a escrita de forma
significativa, ou seja, que reflete sobre a sua própria palavra. O objetivo central deste trabalho é apresentar a importância da introdução da escrita de cartas no processo de alfabetização, como experiência formativa, potencializando a escrita, a leitura e, principalmente, a autonomia da palavra. O seguimento metodológico utilizado visita a literatura por meio da revisão bibliográfica, dialogando e demonstrando, através de algumas cartas, os caminhos da apropriação da escrita através do afeto. O que se pretende responder ao final desse ensaio é: de que maneira a carta pode ser um recurso pedagógico afetivo?

Biografia do Autor

Bruno Gabriel Gomes Cardoso, Universidade de Passo Fundo (UPF)

Mestrando em Educação pela Universidade de Passo Fundo (UPF-RS). Bolsista PROSUC/CAPES- Modalidade II. Especialista em Gestão Escolar Integrada com ênfase em Administração, Supervisão, Orientação e Inspeção escolar, pela Faculdade de Administração, Ciência e Educação (FAMART-MG). Graduado na Licenciatura em Pedagogia pela Centro Universitário Leonardo Da Vinci (UNIASSELVI-SC). Normalista (Magistério) pela Escola Estadual de Ensino normal 1 de Maio, Porto Alegre/RS. Professor concursado da rede pública de Alvorada/RS, atualmente trabalha na Coordenação Pedagógica da EMEF Paulo Freire.

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Publicado

2025-12-22

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Artigos