A fenomenologia em Husserl e a radicalização heideggeriana

Autores/as

Palabras clave:

Edmund Husserl. Atitude fenomenológica. Intenção da consciência. Atitude natural. Martin Heidegger.

Resumen

A atitude fenomenológica se constitui a partir da máxima de Edmund Husserl (1859-1938), que está posta como imprescindível para o conhecimento, a saber, “voltar às coisas mesmas”, dado a intencionalidade da consciência. Isso constitui o método fenomenológico arquitetado por ele, que reclama a crucial suspensão daquilo que alcunha de atitude natural. A atitude fenomenológica reivindica que as pressuposições sejam suspensas, saindo do campo empírico, que posiciona os objetos no espaço e no tempo, com o propósito de deixar emergir a vida da própria consciência em sua dinâmica imanente. É necessário, conquanto, deixar o campo emergir sem teorizações e determinações daquilo que se apresenta à consciência. Ocorre que, a teorização acerca do homem se torna inexequível. Este modus operandi desembocou no robusto projeto radicalizador de Martin Heidegger (1889-1976). Em síntese, nosso objetivo neste estudo é rastrear a maneira como Husserl elabora a intencionalidade, sem deixar de explanar como se deu o desdobramento heideggeriano.

Biografía del autor/a

Dilson Brito da Rocha, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Graduação em Filosofia pela Universidade de Franca (UNIFRAN). Graduação em Teologia pela Universidade Salesiana (UNISAL/São Paulo). Mestrado em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Mestrado em Teologia (Patrística e Escolástica) pela Pontifícia Universidade Gregoriana (PUG). Docente das Faculdades Integradas de Bauru (FIB).

Citas

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Publicado

2026-09-14

Cómo citar

ROCHA, D. B. da. A fenomenologia em Husserl e a radicalização heideggeriana. Kairós: Revista Acadêmica da Prainha, Fortaleza, v. 22, n. 1, p. 45–53, 2026. Disponível em: https://ojs.catolicadefortaleza.edu.br/index.php/kairos/article/view/669. Acesso em: 17 oct. 2026.

Número

Sección

Artigos Varia